Quarta-feira, Fevereiro 15, 2012

GRANDES DESCOBERTAS CASEIRAS
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Continuo "fora", mas não posso deixar de compartilhar duas grandes descobertas que fizemos aqui em casa.
A primeira é: COMO NÃO DEIXAR AS FORMIGAS ATACAREM O SEU POTE DE MEL.
Já comentei aqui, algumas vezes, sobre a luta que temos em casa contra as formigas, especialmente contra as que iam parar dentro do pote de mel. Colocamos veneno pela casa. Não adiantou. Colocamos vinagre no prato onde colocávamos o mel. Também não adiantou. Tentamos cravo, álcool. Nada disso funcionou. Mas...há um ano estamos conseguindo afastar as danadas de um jeito especial: passamos a colocar o pote de mel dentro de um pote com água e... sal grosso! Sério! Como não havíamos pensado nisso antes? A crendice popular, que aconselha um banho de sal grosso para afastar inveja e mau olhado, conseguiu afastar a cobiça das formigas! Depois de anos lutando contra as formigas, o sentimento, aqui em casa, é de vitória! U-hu!
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A segunda grande descoberta é mesmo especial: COMO NÃO FICAR COM MAU HÁLITO DEPOIS DE COMER ALHO E CEBOLA. 
Foi uma descoberta bem "por acaso". Preparei chuchu com alho, cebola e champignon. (*) Comemos muito! Depois, meu irmão caçula é que percebeu: "puxa, comi tanto alho e tanta cebola, mas nem fiquei com bafo". "É mesmo", pensei. Teria sido por causa do chuchu ou do champignon? Refiz a mistura do alho, da cebola e do champignon e, novamente, nada de hálito de cebola e alho na boca. É o champignon! Não me perguntem qual a explicação científica. Como diria Rubem Braga, "deixo para os acadêmicos da USP" (**), mas imagino que o champignon neutralize a  acidez (?) do alho e da cebola. Fica a dica.
A propósito, essa mistura de alho, cebola e champignon é uma delícia até pura! Se preferir, coma com um pãozinho regado com azeite.
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(*) Descobri que adoro chuchu! Chuchu com alho, cebola e champignon, então,... que delícia! Você ainda pode colocar queijo ralado por cima e levar ao forno para dar uma leve dourada.
(**) Agora fiquei na dúvida se o Rubem Braga dizia "deixo para os acadêmicos da USP" ou só "deixo para os acadêmicos". Acho que era para os acadêmicos da USP mesmo...
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Terça-feira, Fevereiro 07, 2012

UMA, TRAGICÔMICA; OUTRA, COMOVENTE. NO MESMO DIA.
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Hoje, no salão de beleza, enquanto fazia a unha, duas histórias me chamaram a atenção: pelo tema em comum, mas pelos 'caminhos diversos'.
A primeira, foi contada por uma manicure. Ela foi ao enterro do marido de uma conhecida. Durante o velório, essa conhecida estava com um óculos escuros bem grande, vestia preto, e dava pra ver uma lágrima escorrendo pelo rosto. 
A manicure foi confortá-la e falou:
- Tenha força. Você vai ficar bem.
A viúva olhou para os lados e disse baixinho:
- Quê?!? Ainda bem que esse desgraçado morreu. Eu só tô fingindo que estou triste por causa da família dele.
A manicure ficou em estado de choque com a sinceridade, mas depois descobriu que o tal falecido espancava a mulher, saía pra gandaia, enfim, era um desgraçado mesmo.
Não preciso dizer que o salão inteiro se matou de rir com essa história.

Mas passou um tempo e, enquanto esperava meu esmalte secar, entrou uma senhora bem devagarinho, com bengala, e se sentou para pintar as unhas.
Do nada, ela começou a chorar. A dona do salão veio e lhe deu um abraço. Depois comentou:
- A senhora ainda está triste por causa do seu marido, né?!
A senhora só acenou a cabeça, concordando.
Então a dona do salão acrescentou:
- Foi mais de cinqüenta anos que a senhora viveu com ele...
E a senhora, entre lágrimas, corrigiu:
- Não vivi com ele; eu convivi com um homem muito bom. Não consigo parar de pensar nele...
Também não preciso dizer que, com essa história, o salão inteiro se comoveu, como eu me comovo agora só de lembrar a senhora sentindo essa saudade.

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012

RELENDO

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Algum leitor entrou nos meus posts de Novembro de 2004. Fui reler esses posts. Nesse ano, estava começando a 'caminhar sozinha pelo mundo', então, volta e meia eu refletia sobre a coragem. E por que se pensa na coragem? É porque se sente medo? Pode ser. Alguém já falou que a coragem não é a ausência de medo, mas a administração dele. E eu sempre me lembro do que o meu avô paterno, que participou da FEB, contava: os homens mais metidos a "fortões" (ia usar um palavrão, mas me controlei), que diziam não ter medo de nada, ANTES DE IR PARA A GUERRA, foram os primeiros a se amedrontar quando chegaram na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Não que eu os culpe por terem sentido medo em uma guerra, mas é sempre ridículo se arrotar ares de corajoso ou de bonzão quando não se sabe como se sairá no dia-a-dia, né?! Ainda acho que a melhor política é a do Bom Vinho: que não precisa fazer propaganda da sua qualidade - ele se basta por si.
Bom, mas são apenas reflexões que faço com os botões. No post do dia 18 de novembro de 2004, em especial, eu tinha acabado de ler - e adorar! - o livro A GLÓRIA DE UM COVARDE, de Stephen Crane, que conta a história de um rapaz que estava fugindo da guerra, mas algo no caminho o faz mudar e mudar os rumos do seu pelotão. 
Ótimo livro e ótimas lembranças que me vieram dessa época de superações. Compartilho com vocês:

 

Quinta-feira, Novembro 18, 2004

ISTO É A GLÓRIA DE UM COVARDE:

"Superara obstáculos que julgava serem montanhas e que, no entanto, caíram como castelos de carta". (Stephen Crane)
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GLÓRIA podem ser as pequenas superações do dia-a-dia, as pequenas grandes montanhas que surgem e lhe obrigam a não pensar muito na estatura insignificante que tem. Essas são as glórias sem brilho e sem público, sem louvores nem reconhecimentos externos. As que só você viu que conseguiu.
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Cá entre nós, há dias em que me sinto uma heroína só por ter acordado cedo. E a prova de que é uma glória sem público é que as únicas pessoas acordadas nesses dias são eu e um galo que canta em alguma casa deste bairro.
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Tá certo que o galo é muito mais herói que eu nesse sentido. Uma vez o ouvi cantar às 3 horas da madrugada. Haja fôlego!

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012

- VOLTA! VOLTA! VOLTA!

É isto o que tenho ouvido do Desanuviando esses dias: Volta!
Eu já volto. É que estou resolvendo umas coisinhas práticas por aqui.
Enquanto isso, fiquem com esta sábia reflexão de Mary Poppins:
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Supercalifragili...ops, não era essa que eu ia escrever. Supercalifragilisticexpialidocious é pra quem não sabe o que dizer. O que eu tenho a dizer é o que a Mary Poppins fala logo no início do filme quando tira plantas e abajur da bolsa para embelezar o seu quarto:

O que é belo alegra eternamente.
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Como aquele documentário sobre a Beleza (post do dia 13 de dezembro de 2011) ainda está ressoando em minha mente, achei que essa frase veio a calhar!
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p.s.: O que também tem ressoado na minha mente, nesses dias quentes de sol, são os versos de Sophia de Mello Breyner Andresen:
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Quando morrer, voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar.
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(...)
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Eu já ia começar a me lamuriar, dizendo que não estou na praia porque estou com os livros, estudando, mas uma vozinha (que eu chamo de the Voice, mas não é o Frank Sinatra!) acabou de me ralhar:
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- Pára de reclamar, Rebeca! Você está do lado do mar!
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Pois é, pois é... Então, não reclamo mais.
Só aproveito para pedir a bênção à Nossa Senhora dos Navegantes, pedindo que me ajude a "navegar" pelas águas de 2012, com muita coragem, determinação e esperança, para alcançar as merecidas (*) vitórias!
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(*) Porque quem deixa de ir à praia num dia desses pra ficar estudando merece umas vitoriazinhas, né?!
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Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós!

Terça-feira, Janeiro 17, 2012

O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL
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Minha primeira leitura do ano vale recomendação no blog! É o livro O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL, de Les Standiford.
E quem é que teria inventado o Natal? Bom, quem "inventou" foi Jesus, com seu nascimento, óbvio! Mas quem teria dado os ares das festas natalinas como conhecemos hoje seria o escritor inglês Charles Dickens, com seu livro UM CONTO DE NATAL.
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O livro de Les Standiford mostra o contexto da época de Charles Dickens - o Puritanismo impedia as comemorações, digamos, mais efusivas - e suas circunstâncias - Dickens estava endividado, e seus críticos andavam de nariz torcido para ele.
Les Standiford conta que o autor de OLIVER TWIST escreveu UM CONTO DE NATAL em seis semanas e, antes mesmo de publicar o livro, já pressentia o sucesso que seria. Dito e feito! Além da publicação em data estratégica (antecedendo em poucas semanas o Natal), a primeira edição logo se esgotou nas livrarias, e Charles Dickens recebeu milhares de cartas dos leitores, contando como o livro os tocara e fizera parte de suas comemorações de Natal em família.
Mas o livro O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL é interessante também porque conta aspectos biográficos de Dickens (*); as questões sobre os direitos autorais (que não eram tão defendidos na época); a briga, entre editora e escritor, pelo lucro das vendas; as influências que o Natal sofreu com o pequeno conto de natal do escritor; e conta, também, como o tal "espírito natalino" tem muito das lições que Scrooge recebeu dos fantasmas (**).

Sei que o Natal passou e, agora, muitos já estão pensando no Carnaval, mas, se quiserem sentir um pouquinho do que os ingleses sentiram quando do lançamento do livro de Dickens, fica a dica de leitura do livro O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL. Tenho certeza de que, em seguida, vocês, como eu, terão vontade de (re)ler o  UM CONTO DE NATAL.

(*) Um causo interessante - mas triste - é que o pai de Charles Dickens esteve preso por causa de suas dívidas financeiras. Por isso, Charles, ainda novo, teve que trabalhar em uma fábrica para ajudar a família. Passado um tempo, seu pai saiu da prisão, mas, novamente, surgiram dívidas. A mãe de Dickens pediu ao filho que voltasse a trabalhar para ajudar com as despesas de casa. Um dia, o rapaz que viria a ser um grande escritor olhou pela janelinha da fábrica onde trabalhava e viu seu pai na rua, jogando algum jogo de cartas com amigos. Les Standiford diz que isso deixou uma grande mágoa no escritor. 
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(**) Escreve Les Standiford: "(...) as reais razões para o vasto apelo e influência exercidos pelos temas de Um Conto de Natal parecem evidentes: com o apoio de uma família unida, com educação, com caridade, com o dispêndio de boa vontade de um para todos - e sem negligenciar um tempo para a celebração - problemas como a Ignorância e a Carência poderiam ser banidos do mundo." 
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Segunda-feira, Janeiro 02, 2012

PRIMEIRO POST DE 2012
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Para o primeiro post do ano, vou compartilhar uma receita que me surpreendeu quando a li no livrinho de receitas da Creche Angelina Vieira, de São Paulo. Vejam que amor:
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Receita para um Ano Feliz:
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Junte 12 meses completos.
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Limpe-os cuidadosamente de toda amargura, ódio e inveja.
Corte cada mês em 28 (ou 29), 30 ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhe todos ao mesmo tempo.
Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:
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- Uma porção de fé
- Uma porção de paciência
- Uma porção de coragem
- Uma porção de trabalho
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Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.
Misture bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e uma parte de entrega.
Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de emoção, além de uma boa medida de humor.
Coloque tudo num recipiente de amor.
Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.
Guarneça com sorriso e sirva sem reserva.
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             (Autor Desconhecido)

Quinta-feira, Dezembro 22, 2011

RETROSPECTIVA 2011
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Como estou de férias (finalmente!!!) e pretendo tirar férias do computador também, escrevo hoje o meu último post de 2011. Sei que andei sumida nesses últimos meses, mas os deveres me chamaram e, como diz  o Santo Padre Pio, "primeiro o dever, ainda que sejam coisas santas".
Bom...
para terminar 2011 aqui no Desanuviando, não publicarei minhas resoluções para 2012. Eu as escreverei, mas não aqui. Minhas resoluções para o próximo ano são muito pessoais, dessas que vão além de ser disciplinada, economizar, não comer besteira etc. Até tenho essas resoluções "básicas", mas, também, objetivos mais profundos, que exigem reflexão, "inteligência e vontade".
Por isso resolvi fazer a retrospectiva: porque fortes resoluções demandam sinceras reflexões sobre o que passou.
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Então, vamos lá:
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Melhor mês: julho. (Lição de julho: sonhar não custa nada. Ou custa um pouquinho, mas a Vida se encarrega de dar um jeito. E: a Vida tem seus momentos mágicos!)
Pior mês: novembro. (Lição de novembro: orar mais e vigiar mais.)
Melhor floral: até julho, Chuva de Ouro; de agosto em diante, Limpeza Energética.
Santo da vez: até agosto, St. Patrick; de setembro em diante, Nossa Senhora de Fátima.
Melhores livros: Viagens à Inglaterra e à Irlanda, de Alexis de Tocqueville, e O Céu é de Verdade, de Todd Burpo.
Melhores acontecimentos de 2011: minhas viagens/conhecer lugares novos/realizar sonhos e voltar a falar em inglês e ser entendida nesse idioma!
Piores acontecimentos de 2011: bom, eles serviram de lição, então, estão perdoados e transfigurados.
Aliás, lições mais importantes, tirando as lições de julho e novembro (e que vão entrar para a reflexão pré-resoluções): ser mais tolerante; afastar pensamentos/sentimentos/energias ruins com oração, reiki, florais; tomar cuidado com as aparências (ou: confiar na intuição!); discrição sempre (lição de todos os anos); ajudar quem precisa (só para reforçar); apreciar as boas amizades; não responder a raiva dos outros com raiva; respirar fundo; me cuidar; fé em Deus (também para reforçar); abandonar a lactose de vez (ou: só ingerir alimentos com lactose depois de tomar o remédio para intolerância); perder menos tempo na internet (outro para reforçar. E, não, escrever no Desanuviando não se inclui nessa "perda de tempo".)
Melhores filmes: O DISCURSO DO REI e CAMINHO DA LIBERDADE (que eu acabei de assistir em DVD).
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Pretendo, no ano que vem, comentar sobre o livro O CÉU É DE VERDADE e o filme CAMINHO DA LIBERDADE (e isso talvez seja uma resolução para 2012...), mas, por hoje, e por este ano, esses foram os "pontos" mais marcantes de 2011.
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Ah, faltou um, muito importante: O ESPETÁCULO MAIS BONITO QUE A RAINHA ELIZABETH VIU EM 2011 (hum, quer dizer: talvez tão bonito quanto o casamento do neto...):
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FELIZ NATAL, MEUS QUERIDOS LEITORES! E MUITOS BONS VENTOS, EM 2012, PARA TODOS NÓS!
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p.s.: Só uma fofoquinha: Zezé de Camargo e Luciano estão cantando juntos. É oficial. Estou em São Paulo, perto do Estádio do Ibirapuera e acabei de ouvir a Xuxa anunciar os dois. Explico: está "rolando" o programa de fim de ano da Xuxa, neste instante, e os dois começaram a cantar. Sei: ninguém merece, mas o som está alto pra caramba, então sou obrigada a ouvir tudo, até o Lua de Cristal, até os filhos de Francisco...Mas vamos tirar uma lição disso (dos dois irmãos cantantes que se separaram e voltaram): a amizade verdadeira, incluindo a amizade entre irmãos, é poderosa.
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